28/12/2011

Entre as brumas da memória: Carta aberta ao Senhor Primeiro Ministro

Entre as brumas da memória: Carta aberta ao Senhor Primeiro Ministro

14/06/2011

DC Skate Challenge em Torres Vedras

Flyer DC Skate Challenge

    18 Junho a 19 Junho

    DC SKATE CHALLENGE
    Campeonato de Skate
    Skate Parque de Torres Vedras » Parque Verde da Várzea

    O 1º desafio está a chegar! 

    O DC SKATE CHALLENGE, by FUEL TV vai regressar à estrada. Quatro etapas, quatro cidades, quatro provas que vão desafiar os skaters nacionais de todas as idades. Quem serão os novos Campeões Nacionais de Skate? Quem vencerá a 1ª etapa que se realiza a 18 e 19 de Junho em Torres Vedras?

    O Radical Skate Clube volta a eleger a cidade de Torres Vedras para inaugurar o DC SKATE CHALLENGE, by FUEL TV. A 1ª etapa do Circuito que elege os Campeões Nacionais em três categorias realiza-se a 18 e 19 de Junho, no Skate Parque de Torres Vedras.

    Depois desta etapa, o circuito rumará o Norte do país. Faro receberá a 3ª etapa no último fim de semana de Setembro ,estando a Grande Final reservada para Lisboa, no final do ano.

    Este é o mais importante Circuito de skate realizado em Portugal. Com vinte anos de tradição no nosso país, o DC SKATE CHALLENGE, by FUEL TV promete grandes momentos de skate, que irão ditar os novos Campeões Nacionais de Skate, nas categorias Iniciante, Amador e Profissional.

    Actualmente Rúben Gamito é o detentor do título Profissional. Será que vai conseguir renovar o título e alcançar a liderança do Ranking logo na 1ª Etapa? E como se sairá Rodrigo Albuquerque, actual Campeão Amador que este ano corre pela 1ª vez em Profissionais? E como será a prestação de Tiago Lopes, actual líder dos Iniciados que tentará a sua sorte em Amadores, este ano?

    O DC SKATE CHALLENGE, by FUEL TV é uma organização do Radical Skate Clube e da Câmara Municipal de Torres Vedras que conta com o apoio da DC, FUEL TV, Red Bull, Skull Candy, Think, Hubba e Lojas Samadi. Os media partners são a Onsk8, Surge e Skateyte.com.

    Horários Previstos

    Sábado, 18 de Junho
    Das 11h00 às 13h00 - Inscrições e Treinos
    13h00 - Início da Competição- Eliminatórias - Categoria: Iniciados
    14h00 - Eliminatórias - Categoria: Amadores
    17h00 - Eliminatórias - Categoria: Profissionais
    19h00 - Encerramento das Actividades

    Domingo, 19 de Junho
    11h00 - Inicio da competição: Acesso livre ao Skate Parque para utilização geral
    Das 12h00 às 14h00 - Treinos Organizados - Exclusivos a competidores
    14h00 - Inicio da Competição - Finais - Categoria: Iniciados
    15h00 - Finais - Categoria: Amadores
    16h00 - Finais - Categoria: Profissionais
    17h-00  Best Trick
    17h30 - Entrega de Prémios

    Infoline: 934 757 243

    [Fonte: cm-tvedras.pt]

    02/06/2011

    PORREIRO PÁ!!!

    E eu estive lá!

    Aonde?

    No almoço de campanha do partido socialista no restaurante Os Severianos em Torres Vedras.

    A fazer o quê?

    Numa acção de descontentamento das politicas governamentais relativas aos contratos de associação que envolvem o Externato de Penafirme.

    Fui um dos quatro que ainda conseguiram entrar para supostamente almoçar...

    Fomos vaiados, insultados e só não fomos agredidos por estarem presentes efectivos da GNR de Torres Vedras, incluindo o seu comandante.

    Foi lamentável... Fomos dois adultos e duas crianças, entrámos e logo fomos rodeados de jovens da juventude socialista, de seguranças e apoiantes e até mesmo de alguns autarcas da Câmara de Torres Vedras, os outros quatro, pois éramos um grupo de oito com mesa reservada e tendo pago a entrada com direito a almoço no valor de dez euros, foram barrados á entrada com a justificação de a sala estar já cheia, mesmo quando mais apoiantes socialistas iam chegando para o almoço.

    Saímos pacificamente, tal como entramos, “escoltados” pela máquina partidária tendo as crianças tapado os ouvidos para não ouvirem as baboseiras que saiam desalmadamente pela boca do Eng.º. Sócrates.

    Foi lá fora que a coisa se complicou, o presidente da Câmara de Torres Vedras, Carlos Miguel, exaltou-se e só disse barbaridades acusando-nos de ser uma manobra política orquestrada pelo CDS. Pois está redondamente enganado, apesar da cor política de cada um de nós estivemos lá como pais e educadores, professores e jovens estudantes numa acção completamente apartidária preocupados com o Externato de Penafirme e com a educação em geral neste país.

    É triste ver o tipo de pessoas que nos governa e ainda mais triste ver que uma grande parte dos portugueses ainda quer continuar a ser governado por estas.

    PERGUNTAS E RESPOSTAS

    PERGUNTA: O que são contratos de associação? 

    RESPOSTA: São contratos assinados pelo ME com escolas de gestão privada, através dos quais o ME se compromete a pagar o serviço educativo que estas prestam – em montante equivalente ao custo por aluno no ensino estatal - de modo a que os alunos abrangidos pelo contrato possam frequentar a escola gratuitamente. 

    PERGUNTA: O que são escolas com contratos de associação? 

    RESPOSTA: São escolas que assinaram um contrato de associação com o ME. São escolas públicas pois, ao abrigo desse contrato, os alunos podem frequentar a escola gratuitamente e a escola não pode recusar a frequência de alunos da sua área de implantação. 

    PERGUNTA: Quando surgiram os contratos de associação? 

    RESPOSTA: Em Portugal os contratos de associação existem há cerca de 30 anos, quando o Estado, não tendo a capacidade de proporcionar o ensino a todo os jovens, recorreu à iniciativa privada que assumiu um papel extremamente relevando, criando condições físicas, estruturais e pedagógicas que proporcionam a Educação de um vasto número de crianças e jovens. 

    PERGUNTA: Porque existem contratos de associação? 

    RESPOSTA: Os contratos de associação são um dos instrumentos possíveis para que o serviço público de educação não seja inteiramente prestado por escolas estatais. De facto, ao Estado compete garantir o direito à educação, o que não significa, nem implica, que o serviço público de educação se deva restringir às escolas estatais. 

    PERGUNTA: Os contratos de associação são uma particularidade portuguesa? 

    RESPOSTA: Não. Vários países têm contratos de associação ou instrumentos equivalentes. No que concerne à despesa pública com contratos de associação, Portugal está mesmo abaixo da média da OCDE. Na Holanda, por exemplo, 70% do ensino é prestado por escolas com contrato de associação. 

    PERGUNTA: As escolas com contrato de associação são escolas públicas? 

    RESPOSTA: Sim. As escolas com contrato de associação integram a rede de serviço público de educação. O princípio da gratuitidade que aí vigora é o mesmo que nas escolas estatais. Estas escolas não cobram propinas, recebem os alunos da sua área de implantação sem restrições e os alunos carenciados que as frequentam beneficiam de todos os direitos da acção social escolar. 

    PERGUNTA: Todas as escolas privadas são públicas? 

    RESPOSTA: Não, apenas as escolas privadas com contrato de associação são escolas públicas. As escolas privadas sem contrato de associação não são obrigadas a receber os alunos da sua área de implantação e podem cobrar propinas, por isso não são públicas. 

    PERGUNTA: Todas as escolas do Estado são públicas? 

    RESPOSTA: Não, as escolas estatais que cobram propinas e não estão obrigadas a receber os alunos da sua área de implantação, como o Colégio militar e o Colégio de Odivelas, não são escolas públicas. 

    PERGUNTA: Quantas são as escolas com contrato de associação? 

    RESPOSTA: Existem 93 escolas com contrato de associação, abrangendo 53 mil alunos. Nalguns casos toda a escola está abrangida pelo contrato de associação, noutros casos o contrato abrange apenas alguns ciclos de ensino e/ou turmas. 

    PERGUNTA: Onde se situam as escolas com contrato de associação? 

    RESPOSTA: As escolas com contrato de associação estão espalhadas de Norte a Sul do país, com excepção do Algarve e especial incidência na Região Centro. Localizam-se sobretudo em concelhos de pequena e média dimensão, e em zonas de carência económica. 

    PERGUNTA: As escolas com contrato de associação são empresas? 

    RESPOSTA: As escolas com contrato de associação podem ter fins lucrativos (empresas) ou não. 

    PERGUNTA: Como é determinado o montante a pagar pelo contrato de associação? 

    RESPOSTA: Nos termos da lei, as escolas com contrato de associação deveriam receber um montante por aluno igual ao custo de manutenção e funcionamento por aluno das escolas estatais de nível e grau equivalente. Todavia, a prática seguida tem sido a atribuição de um montante calculado a partir dos custos com o pessoal docente acrescidos de uma percentagem sobre esse custo para as restantes despesas de funcionamento e investimento. 

    PERGUNTA: Por que razão as escolas com contrato de associação estão em risco de fechar? 

    RESPOSTA: Devido às alterações legislativas impostas unilateralmente pelo ME. 

    PERGUNTA: Quais as alterações legislativas impostas? 

    RESPOSTA: As alterações legislativas impostas incidem sobretudo em dois aspectos: (1) diminuição do montante por turma e alteração da respectiva fórmula de cálculo; (2) diminuição do número de turmas abrangidas pelos contratos de associação. 

    PERGUNTA: Qual a justificação apresentada pelo ME para a diminuição do montante a pagar por turma? 

    RESPOSTA: A actual crise financeira. Contudo, o corte nos contratos de associação é muitíssimo superior ao corte orçamental a aplicar às escolas estatais, sobretudo porque este incide apenas sobre as despesas de funcionamento, e o corte nos contratos de associação abrange toda a despesa, incluindo as despesas com pessoal, onde a margem de manobra das escolas é muito reduzida. 

    PERGUNTA: Os custos com pessoal docente são iguais em todas as escolas com contrato de associação? 

    RESPOSTA: Não. As escolas com professores com mais tempo de serviço, são escolas com custos mais elevados, porque estes professores têm níveis remuneratórios mais elevados. 

    PERGUNTA: As escolas com contrato de associação rejeitam a diminuição do montante por turma pago pelo ME? 

    RESPOSTA: As escolas com contrato já manifestaram publicamente a sua abertura a uma diminuição do montante por turma pago pelo ME. Todavia, essa diminuição não deveria ser imposta ou definida causticamente pelo SEE. A referência deveria ser sempre o custo por aluno nas escolas estatais. O montante imposto pelo SEE é, para a maioria das escolas, manifestamente insuficiente, podendo mesmo obrigar ao respectivo encerramento. 

    PERGUNTA: Qual o custo por aluno nas escolas estatais? 

    RESPOSTA: Não se sabe. A Ministra da Educação e o Secretário de Estado da Educação lançaram mais do que um número para a Comunicação Social, sem nunca o justificarem. Acresce que a despesa está dispersa por várias instituições (ex. administração central, autarquias, Parque Escolar, etc). Já durante este processo, o PS chumbou na Comissão Permanente de Educação e Ciência a proposta de criação de um grupo de trabalho para apuramento deste custo. 

    PERGUNTA: O custo por aluno abrangido pelo contrato de associação é superior ao custo por aluno nas escolas estatais? 

    RESPOSTA: Não se sabe, uma vez que não é conhecido o custo por aluno nas escolas estatais. Já o custo por alunos nas escolas com contrato de associação é conhecido e calculado de forma transparente, abrangendo custos de funcionamento, pessoal e investimento. 

    PERGUNTA: Qual a maior crítica apontada à nova fórmulas de cálculo do montante a pagar por turma abrangida pelo contrato de associação? 

    RESPOSTA: A fórmula de cálculo imposta pelo SEE prevê o pagamento de um montante por turma idêntico para todas as escolas. Contudo, como referido anteriormente, as escolas têm, nesta fase, custos por alunos muito diferenciados. Qualquer alteração terá de levar em linha de conta o quadro docente existente em cada escola, sob pena das escolas com um corpo docente com maior antiguidade serem obrigadas a fechar. 

    PERGUNTA: Em que estudo se baseou o SEE para apresentar a nova fórmulas de cálculo? 

    RESPOSTA: Não foi apresentado qualquer estudo. 

    PERGUNTA: Por que razão pretende o ME diminuir o número de turmas abrangidas pelos contratos de associação? 

    RESPOSTA: Porque existem escolas estatais na área de influência das escolas com contrato de associação com capacidade para receber mais alunos. 

    PERGUNTA: Por que razões têm estas escolas estatais vagas por preencher? 

    RESPOSTA: Não foi avançada qualquer explicação, nem as escolas foram claramente identificadas. Nalguns casos serão seguramente escolas construídas após a assinatura dos contratos de associação. Sublinhe-se que o número de turmas abrangidas pelos contratos de associação não sofreu alterações, pelo que a responsabilidade não pode ser apontada às escolas com contrato de associação. 

    PERGUNTA: Está em causa a qualidade do serviço prestado pelas escolas com contrato de associação? 

    RESPOSTA: Não foi apresentado qualquer estudo acerca da qualidade das escolas com contrato de associação e das escolas estatais com vagas por preencher. 

    PERGUNTA: A transferência de alunos das escolas com contrato de associação para as escolas estatais, beneficia os alunos das escolas estatais? 

    RESPOSTA: Esse argumento não foi avançado, nem foi apresentado qualquer estudo que o possa indiciar. 

    PERGUNTA: A transferência de alunos das escolas com contrato de associação para as escolas estatais, beneficia os alunos das escolas com contrato de associação? 

    RESPOSTA: Também neste caso, esse argumento não foi avançado, nem foi apresentado qualquer estudo que o possa indiciar. Acresce que os pais destes alunos já se manifestaram defendo a sua permanência na escola com contrato de associação. 

    PERGUNTA: Se a diminuição do n.º de turmas abrangidas pelos contratos de associação não beneficia quer os alunos abrangidos por esses contratos, quer das escolas estatais, o que justifica estas medidas? 

    RESPOSTA: Não se sabe. 

    PERGUNTA: As escolas com contrato de associação estão em risco de encerrar? 

    RESPOSTA: Sim. A conjugação da diminuição do número de turmas com a alteração no montante de financiamento e respectiva fórmula de cálculo coloca em risco a viabilidade financeira de várias escolas. [Fonte]

     

    Este vídeo é uma compilação das reportagens dos diversos canais televisivos que fizeram a cobertura.

    Mais noticias:

    19/05/2011

    Geração à rasca foi a minha...! (dela)

    Da autoria duma jovem minha Amiga de 61anos (isso mesmo!)... uma Sra. Senhora com esse maiúsculo bem Grande...
    ... uma Grande Lição de Vida (GLV).


    «Geração à rasca foi a minha. Foi uma geração que viveu num país vazio de gente por causa da emigração e da guerra colonial, onde era proibido ser diferente ou pensar que todos deveriam ter acesso à saúde, ao ensino e à segurança social.
    Uma Geração de opiniões censuradas a lápis azul. De mulheres com poucos direitos, mas de homens cheios deles. De grávidas sem assistência e de crianças analfabetas. A mortalidade infantil era de 44,9%. Hoje é de 3,6%.
    Que viveu numa terra em que o casamento era para toda a vida, o divórcio proibido, as uniões de facto eram pecado e filhos sem casar uma desonra.

    Hoje, o conceito de família mudou. Há casados, recasados, em união de facto, casais homossexuais, monoparentais, sem filhos por opção, mães solteiras porque sim, pais biológicos, etc.
    A mulher era, perante a lei, inferior. A sociedade subjugava-a ao marido, o chefe de família, que tinha o direito de não autorizar a sua saída do país e que podia, sem permissão, ler-lhe a correspondência.
    Os televisores daquele tempo eram a preto e branco, uns autênticos caixotes, em que se colocava um filtro colorido, no sentido de obter melhores imagens, mas apenas se conseguia transformar os locutores em "Zombies" desfocados.

    Hoje, existem plasmas, LCD ou Tv com LEDs, que custam uma pipa de massa.
    Na rádio ouviam-se apenas 3 estações,  a oficial Emissora Nacional, a católica Rádio Renascença e o inovador Rádio Clube Português. Não tínhamos os Gato Fedorento, só ouvíamos Os Parodiantes de Lisboa, os humoristas da época.
    Havia serões para trabalhadores todos os sábados, na Emissora Nacional, agora há o Toni Carreira e o filho que enchem pavilhões quase todos os meses. A Lady Gaga vem cantar a Portugal e o Pavilhão Atlântico fica a abarrotar. Os U2, deram um concerto em Coimbra em 2010, e UM ANO antes os bilhetes esgotaram.
    As Docas eram para estivadores, e o Cais do Sodré para marujos. Hoje são para o JET 7, que consome diariamente grandes quantidades de bebidas, e não só...

    O Bairro Alto, era para a malta ir às meninas, e para os boémios. Éramos a geração das tascas, do vinho tinto, das casas do fado e das boites de fama duvidosa. Discotecas eram lojas que vendiam discos, como a Valentim de Carvalho, a Vadeca ou a Sasseti.
    As Redes Sociais chamavam-se Aerogramas, cartas que na nossa juventude enviávamos lá da guerra aos pais, noivas, namoradas, madrinhas de guerra, ou amigos que estavam por cá.

    Agora vivem na Internet, da socialização do Facebook, de SMS e E-Mails cheios de "k" e vazios de conteúdo.

    As viagens Low-Cost na nossa Geração eram feitas em Fiat 600, ou então nas viagens para as antigas colónias para combater o "inimigo".


    Quem não se lembra dos celebres Niassa, do Timor, do Quanza, do Índia entre outros, tenebrosos navios em que, quando embarcávamos, só tínhamos uma certeza...
    ...a viagem de ida.
    Quer a viagem fosse para Angola, Moçambique ou Guiné, esses eram os nossos cruzeiros.
    Ginásios? Só nas coletividades. Os SPAS chamavam-se Termas e só serviam doentes.
    Coca-Cola e Pepsi, eram proibidas, o "Botas", como era conhecido o Salazar, não nos deixava beber esses líquidos. Bebíamos, laranjada, gasosa e pirolito.

    Recordo que na minha geração o País, tal como as fotografias, era a preto e branco.
    A minha geração sim, viveu à rasca. Quantas vezes o meu almoço era uma peça de fruta (quando havia), e a sopa que davam na escola. E, ao jantar, uma lata de conserva com umas batatas cozidas, dava para 5 pessoas.
    Na escola, quando terminei o 7ºano do Liceu, recebi um beijo dos meus pais, o que me agradou imenso, pois não tinham mais nada para me dar. Hoje vão comemorar os fins dos cursos, para fora do país, em grupos organizados, para comemorar, tudo pago pelos paizinhos..
    Têm brutos carros, Ipad’s, Iphones, PC’s, …. E tudo em quantidade. Pago pela geração que hoje tem a culpa de tudo!!!
    Tiram cursos só para ter diploma. Só querem trabalhar começando por cima.
    Afinal qual é a geração à rasca...???


    "Daria tudo que sei, em troca da metade do que ignoro."
    Descartes

    Recebido por email. Autor(a) desconhecido(a).

    26/03/2011

    Miguel Sousa Tavares a Ana Anes - Os mine…s

    Vamos falar Português:

    Dois artigos interessantes sobre mine…s, bro…es, e quem os faz bem...

    Um dia destes teremos um qualquer primeiro-ministro a opinar sobre gays, lésbicas, e de como, em sua opinião, é bom levar na peida...

    Miguel Sousa Tavares a Ana Anes (mau sexo)

    Uma polémica interessante, sobre um assunto "quente", que estalou entre dois jornalistas conhecidos dos portugueses. Duas opiniões sobre o mesmo "assunto"... Vejam mais em baixo abaixo o artigo da polémica e de seguida a Resposta de Miguel Sousa Tavares a Ana Anes (em "O Independente").

     

    Agora, a resposta do Miguel Sousa Tavares…

      "Minha Cara,

      Tenho, sinceramente, muita pena de si...

      Em primeiro lugar, tive a pena de constatar que só se sentiu realizada, ou minimamente realizada, em 20% dos minetes que lhe fizeram.

      Concordo consigo quando diz que os homens devem perguntar às respectivas se estão contentes com o seu desempenho. Nesse caso, porque é que assume claramente que finge os seus orgasmos? Das duas uma, ou a menina nunca foi "comida" como devia, ou então, coitadinha, não tem mesmo jeitinho nenhum para o sexo.

      Nós, homens, também lhe podemos fazer, por exemplo uma estatística de quantas mulheres são ou não boas na cama. Ou quantas fazem ou não, bons broches. O que nunca lhe vamos poder fazer é fingir um orgasmo. Isto, claro, se conseguir que atinjamos um.
      Acredite que há muitos homens que perguntam as parceiras se estão contentes com o seu desempenho. E acredite também que a maior parte dos homens não teve que ler um manual para fazer bons minetes. Apenas teve que os fazer, uma e outra e outra vez. Só com treino se consegue melhorar a performance minha cara.
      Em segundo lugar, informo-a que, caso ainda não tenha percebido, o que você está a fazer é, muito simplesmente, a aumentar o número de homens que pratica mau sexo. Você e as mulheres como você. Ora repare: se você finge um orgasmo de cada vez que está com um homem, em primeiro lugar, está a fazer com que o homem acredite que realmente percebe do assunto (Sim, há homens que não percebem). Em segundo lugar, está a fazer com que este mesmo homem, não se esforce o suficiente para agradar a parceira na relação seguinte.
      Penso que estamos ambos de acordo, quando digo que uma situação destas não é agradável, nem tão pouco desejável, certo?
      O meu conselho, se o quiser aceitar, é: Faça mais sexo!!! A sério, penso que você precisa. Mas faça mais sexo sem fingir orgasmos. Vai ver que a sua vida sexual melhorar exponencialmente, e escusa de se vir queixar para as revistas. É óbvio que nem todos os homens lhe vão dar um orgasmo, ambos sabemos isso. Mas vão tentar, isso, eu garanto...
      E já agora. Informo-a também que não é assim tão raro uma mulher pedir ao "querido" para fazer assim ou assado. Não julgue todas as mulheres por si, "Dra. Ruth".
      Um Cordial abraço,
      Miguel Sousa Tavares " (em "O Independente").

      Recebido por correio electrónico.